Líder na
produção de petróleo terrestre nacional, com representação de 31% do total, e
passada a frustração com a 13ª Rodada de Licitações da ANP, onde apenas seis
dos 71 blocos ofertados na Bacia Potiguar foram arrematados, o Rio Grande do
Norte volta suas atenções aos investimentos e dificuldades do segmento nos
próximos cinco anos. De acordo com especialistas, será preciso reavaliar
projetos, diminuir a dependência da Petrobras e fortalecer a prestação de
serviços à outras operadoras.
O insucesso
no leilão não significa limitações diretas a curto prazo, pois, os
investimentos acertados pelas empresas vencedoras ocorrerão ao longo dos
próximos cinco anos, época caracterizada pelo Programa Exploratório – que
compreende sísmicas e estudos técnicos – até a perfuração de poços e atividades
para produção. Contudo, o atual cenário de crise, o desinteresse de grandes
operadoras internacionais no Estado e nula participação da Petrobras no certame
despertam preocupações.


